Brasil despenca para o pior ranking em qualidade no governo Lula, veja a lista
Brasil despenca para o pior ranking em qualidade no governo Lula. Veja a lista!
O Brasil aparece entre os países com menor índice de qualidade de vida na classificação mundial do Numbeo de meados de 2026. O levantamento considera fatores como poder de compra, segurança, saúde, custo de vida, trânsito e poluição.
Na classificação, o Brasil registra 117,16 pontos no Índice de Qualidade de Vida. O levantamento considera uma combinação de fatores como poder de compra, segurança, saúde, custo de vida, relação entre preços de imóveis e renda, tempo de deslocamento no trânsito, poluição e clima
O resultado coloca o país abaixo de nações como México, Argentina, Panamá e Índia na tabela global de meados do ano. Na mesma edição, os Países Baixos aparecem com 205,56 pontos, enquanto Luxemburgo registra 204,83 e Omã e Dinamarca, 203,89
Segurança e poder de compra pesam no resultado
Entre os indicadores brasileiros, dois dos números mais baixos são o Índice de Poder de Compra, de 44,64, e o Índice de Segurança, de 36,36. O indicador de saúde ficou em 59,25, enquanto o custo de vida registrou 32,99.
O levantamento também aponta um Índice de Tempo de Deslocamento de 40,30 e um Índice de Poluição de 52,75. Já o clima brasileiro aparece como um dos componentes mais favoráveis, com 92,31 pontos.
Na América do Sul, o Brasil aparece com 117,16 pontos, atrás de Uruguai (141,19), Equador (128,95) e Argentina (123,19). Na sequência aparecem Chile (108,57), Colômbia (107,56), Peru (92,04) e Venezuela (75,60)
Como o índice é calculado
O Numbeo explica que seu Índice de Qualidade de Vida é uma estimativa construída a partir de uma fórmula que combina oito componentes. Alguns têm efeito positivo sobre o resultado, como poder de compra, segurança, saúde e clima; outros reduzem o índice quando apresentam valores mais elevados, como poluição, custo de vida, relação entre preço dos imóveis e renda e tempo de deslocamento.
Isso significa que o índice não corresponde a uma pesquisa única sobre a satisfação da população. Trata-se de um indicador composto, calculado a partir dos diferentes índices utilizados pelo Numbeo.
Segundo a metodologia da plataforma, os dados nacionais são calculados a partir de informações de cidades de cada país, com ponderação pelo número de contribuintes. O Numbeo também informa que utiliza dados arquivados e atualiza sua base periodicamente.
Diferenças dentro do próprio Brasil
Os números também mostram que a realidade brasileira varia bastante entre as cidades. Na atualização de junho de 2026 disponível no Numbeo, Brasília registra índice de qualidade de vida de 152,6, seguida por Florianópolis (146,6) e Curitiba (145,5). Na outra ponta da tabela aparecem Rio de Janeiro (79,8) e Recife (88,2).
A diferença reforça que o indicador nacional deve ser interpretado como uma medida agregada. Condições de segurança, trânsito, custo de vida, poluição e poder de compra podem mudar significativamente de uma cidade para outra.
Um retrato multidimensional
O ranking do Numbeo, portanto, não mede apenas quanto custa viver em determinado país. A proposta é combinar aspectos econômicos, sociais, ambientais e de infraestrutura em um único indicador.
No caso brasileiro, os dados de meados de 2026 mostram uma combinação de baixo poder de compra e segurança, indicadores de saúde e trânsito em níveis intermediários e uma avaliação climática elevada. O resultado final foi de 117,16 pontos no Índice de Qualidade de Vida
Fonte: Numbeo, Quality of Life Index by Country – 2026 Mid-Year. A própria plataforma ressalta que seus indicadores são estimativas e são publicados periodicamente.

